Isso nunca aconteceu antes
Anteontem em Roma um garoto de quinze anos matou seus pais a tiros de pistola. Ele sofria de depressão e com medo de ser levado a uma clinica para tratamento, encontrou essa saída: disparar em seus parentes. A arma estava em casa e havia sido comprada para proteger aquelas pessoas. O garoto agora quer se matar.


19 Comments:
Flávio... já aconteceram tantos casos parecidos por aqui, e só neste ano (matar pais, colegas de escola, matar torcedores de times rivais), que realmente é pra se ficar apavorado. Mas eu imagino que a repercussão de um caso destes aí seja bem maior...
Em tempo: obrigada pelo elogio à foto lá do encontro! Mas eu sou tímida, sim. Inclusive para sair em fotos. :P
Um beijo.
É amigo, a Patrícia está certa. Estas notícias são, infelizmente, corriqueiras para nós. Nessas horas penso no post do Allan e tenho uma vontade louca de falar à vocês: FIQUEM POR AÍ!!!!
Beijão
Depressão não é brincadeira... Sinceramente, sabendo-se que tem uma pessoa deprimida em casa, ter uma arma é uma grande burrada. Mas a história é muito triste sim, Flavio, e espero que sensibilize alguém mais no Brasil a votar Sim no referendo.
Patrícia e Flavio, que foto e que encontro?
Flávio e amigos:
Aqui com meus botões e conhecimentos médicos: é muito incomum que um deprimido volte-se contra outros. A depressão grave é freqüentemente associada ao suicídio. E consitui-se numa das raras indicações de internação em uma neurose.
Coitado desse rapaz.
não vote não. nossa arma é a ignorância destes.
Na mesma hora desta morte, inúmeros outros crimes foram evitados pelo DIREITO de ser ter arma em casa. Devemos ter o DIREITO de nos defender, com responsabilidade.
Morrem muito mais pessoas por falta de defesa do que estes "acidentes" com arma.
Não, Flavio, não entra na minha cabeça como tem tanta gente votando contra o estatuto do desarmamento.. e gente inteligente...
:-/
Estranho e surpreendente, não?
A arma exerce uma enorme sedução sobre jovens e crianças. Eu mesmo, quando tinha uns 10 anos, fui encontrado na sala com o revólver de meu tio na mão. Foi a única vez que apanhei do meu pai. E, pior, apanhei sem entender bem, na época, por quê.
Estranho e surpreendente final de história para pessoas que tinham DIREITOS.
Grande abraço.
É exatamente por isto que voto SIM.
Nossa, isso que é desespero. Que coisa triste. Coitado do menino que sentiu que essa era a sua única saída. Triste também que não existe comunicação entre as pessoas, principalmente familiares.
Beijos
Ele faria com outra coisa, ou sumiria, enfim ele faria algo.
Quem era mais maluco: o filho ou o pai? Jamais saberemos...
Esse é o pouco caso que se dá para a vida, quando "uma" não representa mais nada a não ser "mais uma". Teria sido "menos uma" se não houvesse arma em casa. Com ou sem proibição. Bela lembrança, Flávio. Se ao menos "uma" pessoa puder se convencer a votar no sim, por ter lido o teu blog, sinta-se com aquele colibri no incêncio da floresta. abs
Oi, Flavio,
Independente de qualquer referendo, nunca tive umna arma em casa. Nem meus pais.
Mas, numn caso insano como esse, desse tresloucado menino, se não fosse um revolver, seria uma barra de ferro, veneno, sei lá o que.
Não voto, Sim ou Não; abstenho-me!
Mas tenho a certeza de que arma alguma me traria segurança.
Abração
fernando cals
Em tese, ter uma arma em casa protege a família. Só em tese. Voto Sim.
Pois se vc ler a FSP de hoje, verá que aqui ontem, dois caras discutindo num bar sobre o referendo de amanhã, um dá 3 (!) tiros no outro...não precisa nem dizer qual a posição no referendo de quem deu os tiros, né? Pra mim, pode não mudar nada, mas se pelo menos uma, umazinha só de vida for salva, já estará de bom tamanho!
O que deu os tiros defendia o SIM, podes conferir.
O não vence, é incrível como se pode acreditar que arma possa dar segurança a alguém.
tsc, tsc.
abraço, garoto
anônimo, mais um motivo para votar no sim.
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